Um dos grandes problemas na utilização dos uniformes está ligado às questões ambientais, tanto no que se refere ao destino das roupas descartadas após o uso pelas empresas, como no próprio processo de produção. A Nettoyage se diferencia pelo compromisso com a sustentabilidade – princípios aos quais todas as empresas terão de se adaptar no curto, médio ou longo prazo.
Estudo da Câmara Ambiental da Indústria Têxtil, Sinditextil, CETESB, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria do Meio Ambiente, traduzem o conceito de P+L como uma série de estratégias, práticas e condutas econômicas, ambientais e técnicas, que evitam ou reduzem a emissão de poluentes no meio ambiente por meio de ações preventivas, ou seja, evitando a geração de poluentes ou criando alternativas para que estes sejam reutilizados ou reciclados. Na prática, essas estratégias podem ser aplicadas a processos, produtos e até mesmos serviços, e incluem alguns procedimentos fundamentais que inserem a P+L nos processos de produção. Dentre eles, é possível citar a redução ou eliminação do uso de matérias-primas tóxicas, aumento da eficiência no uso de matérias-primas, água ou energia, redução na geração de resíduos e efluentes, e reuso de recursos, entre outros.
Considerando todo este estudo, a Nettoyage já está adotando a prática do P+L, pois apesar de sermos uma empresa nova, queremos que os nossos primeiros passos no mercado sejam sustentáveis, ou seja: trabalhar certo desde o início.
Em nossas propostas a sustentabilidade é realmente levada a sério. Ela deixa de ser apenas uma ação de responsabilidade social para ser uma medida estratégica, um negócio:
• Parceiros que estejam trabalhando dentro do conceito P+L = condutas e práticas econômicas, ambientais e técnicas, com ações preventivas, para que os uniformes sejam reutilizados ou reciclados = confecção, uso e descarte adequados.
• Analisamos a possibilidade de criação de uniformes confeccionados com tecidos customizados, reciclados e/ou adequados a cada necessidade de uso. Já há tecidos elaborados com poliéster proveniente de materiais reciclados, a produção desse fio ecológico economiza energia elétrica, pois para cada meio quilo de tecido são conservados 61 mil BTUs ou 18 kwh de energia, o equivalente a 1,9 litro de gasolina. Em uma escala maior, a produção de 500 toneladas conserva recursos suficientes para gerar energia para 18 mil lares durante um mês ou para abastecer 1.800 carros por um ano.
• Hidrofilidade: a escolha de produtos adequados no acabamento do tecido aumenta a capacidade de absorção da água, evitando que o usuário fique molhado com suor durante a prática de atividade física.
Transferência de umidade: a utilização de microfibra confere essa característica aos artigos, que apresentam conforto térmico e capacidade de secar rapidamente.
Isolamento térmico: o fio adquire maior volume e capacidade de isolamento térmico, em comparação aos artigos fabricados com fios não texturizados.
Proteção UV: uma substância capaz de absorver a radiação UV (o dióxido de titânio) é adicionada ao polímero durante a extrusão dos filamentos que formam os fios Amni. Além disso, o tecido apresenta um bom fator de cobertura.
Toque e caimento: os fios de microfibra conferem à linha um toque suave e macio, e caimento fluido, de maneira que os artigos confeccionados com o tecido ecológico são muito bonitos e extremamente confortáveis, até para uso casual.
• Não utilização de mão-de-obra “escrava” na confecção.
• Uso desde as aparas que sobram na hora do corte dos tecidos para confecção de produtos (sacolas, tapetes, almofadas etc) até a reciclagem dos uniformes usados como matéria-prima combustível na fabricação de cimento.
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